Vinho Tinto Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2021 6L
País: Portugal
Região: Douro
Produtor: Quinta do Crasto
Casta: Vinhas Velhas
Estágio: 18 Meses em Barricas de Carvalho Francês
Enólogo: Manuel Lobo
Volume: 6L
Álcool: 14%
Garrafas Produzidas: +30 000
Prémios: Wine Spectator: 92pts; James Suckling: 93pts; Revista Grandes Escolhas: 18pts; Revista de Vinhos: 92pts - Altamente recomendado
País: Portugal
Região: Douro
Produtor: Quinta do Crasto
Casta: Vinhas Velhas
Estágio: 18 Meses em Barricas de Carvalho Francês
Enólogo: Manuel Lobo
Volume: 6L
Álcool: 14%
Garrafas Produzidas: +30 000
Prémios: Wine Spectator: 92pts; James Suckling: 93pts; Revista Grandes Escolhas: 18pts; Revista de Vinhos: 92pts - Altamente recomendado
País: Portugal
Região: Douro
Produtor: Quinta do Crasto
Casta: Vinhas Velhas
Estágio: 18 Meses em Barricas de Carvalho Francês
Enólogo: Manuel Lobo
Volume: 6L
Álcool: 14%
Garrafas Produzidas: +30 000
Prémios: Wine Spectator: 92pts; James Suckling: 93pts; Revista Grandes Escolhas: 18pts; Revista de Vinhos: 92pts - Altamente recomendado
Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Tal como as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos na história do país: o nome Crasto deriva do latim castrum e significa “forte romano”.
Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional.
No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.
Em 1981, Leonor Roquette, filha de Fernando Moreira d’Almeida, e o seu marido Jorge Roquette assumiram a maioria do capital e a gestão da propriedade e, com a ajuda dos seus filhos, deram início ao processo de remodelação e extensão das vinhas, bem como ao projeto de produção de Vinhos do Douro de Denominação de Origem Controlada (DOC), pelos quais a Quinta do Crasto é amplamente conhecida, nacional e internacionalmente. Esta é assim a quarta geração da família à frente da gestão desta emblemática quinta que a todos seduz pela qualidade que faz questão de imprimir em todos os seus produtos.
A Quinta do Crasto possui hoje uma gama de produtos muito completa, desde Vinhos do Douro brancos e tintos, Vinhos do Porto de categorias especiais e Azeites Extra Virgem, com diferentes níveis de preços, posicionando-se essencialmente nas gamas premium e super premium. Ao longo dos últimos anos, todos os produtos da Quinta do Crasto têm vindo a ser altamente reconhecidos, quer pelo público em geral, quer pela crítica especializada, o que para a Quinta do Crasto assume a maior importância e responsabilidade face aos seus clientes e parceiros que, ano após ano, a brindam com a sua preferência.
Quinta do Crasto Vinhas Velhas 2021. Cor rubi profunda e intensa, impressiona no nariz pela sua profundidade e complexidade, onde as notas de frutos vermelhos maduros se misturam harmoniosamente com notas de bosque, destacando-se frescas notas de esteva. Na boca apresenta um início elegante, evoluindo para um vinho de grande solidez e estrutura, caracterizado por taninos de textura aveludada. Envolvente, termina equilibrado, fresco e muito persistente. Um vinho de uma extraordinária complexidade que reflecte na íntegra a essência das vinhas velhas da Quinta do Crasto.