Vinho Tinto Quinta do Crasto Touriga Franca 2019 75cl

60,95 €
Apenas 2 disponíveis

País: Portugal

Região: Douro

Produtor: Quinta do Crasto

Casta: Vinhas Velhas

Estágio: 18 Meses em Barricas de Carvalho Francês

Enólogo: Manuel Lobo

Volume: 0,75L

Álcool: 14,5%

Garrafas Produzidas: +30 000Gf

Prémios: Robert Parker: 94pts; Wine Enthusiast: 94pts; Revista de Vinhos: 95pts; Revista Grandes escolhas: 18pts;

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País: Portugal

Região: Douro

Produtor: Quinta do Crasto

Casta: Vinhas Velhas

Estágio: 18 Meses em Barricas de Carvalho Francês

Enólogo: Manuel Lobo

Volume: 0,75L

Álcool: 14,5%

Garrafas Produzidas: +30 000Gf

Prémios: Robert Parker: 94pts; Wine Enthusiast: 94pts; Revista de Vinhos: 95pts; Revista Grandes escolhas: 18pts;

País: Portugal

Região: Douro

Produtor: Quinta do Crasto

Casta: Vinhas Velhas

Estágio: 18 Meses em Barricas de Carvalho Francês

Enólogo: Manuel Lobo

Volume: 0,75L

Álcool: 14,5%

Garrafas Produzidas: +30 000Gf

Prémios: Robert Parker: 94pts; Wine Enthusiast: 94pts; Revista de Vinhos: 95pts; Revista Grandes escolhas: 18pts;

Os primeiros registos conhecidos referindo a Quinta do Crasto e a sua produção de vinhos datam de 1615, tendo a mesma sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou instalar no Douro 335 marcos – pedras graníticas com dois metros de altura, 30 centímetros de largura e 20 centímetros de espessura – para delimitar aquela que seria a primeira região vinícola demarcada do mundo. Um marco pombalino, datado de 1758, pode ser visto na Quinta do Crasto junto à casa centenária. Este, tal como os outros marcos pombalinos inventariados, foram classificados na década de 40 do século passado como imóveis de interesse público nacional.

No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino que se notabilizou pela produção e exportação de Vinho do Porto e também de Brandy, e cujo slogan publicitário «A fama do Constantino já vem de longe» perdura até aos dias de hoje. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, foi o seu filho Fernando Moreira d’Almeida que se manteve à frente da gestão da Quinta do Crasto dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.

Em 1981, Leonor Roquette, filha de Fernando Moreira d’Almeida, e o seu marido Jorge Roquette assumiram a maioria do capital e a gestão da propriedade e, com a ajuda dos seus filhos, deram início ao processo de remodelação e extensão das vinhas, bem como ao projeto de produção de Vinhos do Douro de Denominação de Origem Controlada (DOC), pelos quais a Quinta do Crasto é amplamente conhecida, nacional e internacionalmente. Esta é assim a quarta geração da família à frente da gestão desta emblemática quinta que a todos seduz pela qualidade que faz questão de imprimir em todos os seus produtos.

A Quinta do Crasto possui hoje uma gama de produtos muito completa, desde Vinhos do Douro brancos e tintos, Vinhos do Porto de categorias especiais e Azeites Extra Virgem, com diferentes níveis de preços, posicionando-se essencialmente nas gamas premium e super premium. Ao longo dos últimos anos, todos os produtos da Quinta do Crasto têm vindo a ser altamente reconhecidos, quer pelo público em geral, quer pela crítica especializada, o que para a Quinta do Crasto assume a maior importância e responsabilidade face aos seus clientes e parceiros que, ano após ano, a brindam com a sua preferência.

Quinta do Crasto Touriga Franca 2019. Nota de Prova De cor violeta carregada, apresenta aromas intensos de frutos do bosque em harmonia com suaves notas de especiaria. Na boca inicia com excelente volume, mostrando ser um vinho de estrutura séria, composto por taninos de textura fina e persistente. Um vinho envolvente que espelha muito bem a tipicidade da casta Touriga Franca e que termina com excelente frescura e persistência.